Blog do SwáSthya em Chapecó

Força, poder e energia!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Trilha do Pitoco

Olá, cá estou eu depois de muito tempo para reativar o blog. Esta é a melhor maneira para compartilharmos novidades e fotos.
O passeio à Trilha do Pitoco foi super divertida, refrescante e alegre. Abaixo vão algumas fotos da câmera da minha namorada. Conforme vou recebendo as fotos das câmeras dos colegas, vou adicionando aqui.





Galera reunida planejando a trilha, acertando bússolas, GPS, Walkie-talkie e estudando a direção do vento. (foto retirada do álbum do Jeferson)




E aqui começou a caminhada efetiva. Foto também do álbum do Jeferson.



Os rapazes tomando uma ducha tri natural.


Sérgio e Alexandre realizando vrikshásana num local não muito recomendado.


Alexandre fazendo samyama na cachoeira.


Cinara, Adriano, Ozana, Sérgio, Jeferson, Alexandre e Sarita fazem pose para foto.


Sary curtindo a suada caminhada na trilha, num perfeito dia quente.



SwáSthya!!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Exemplos de mantras

Extraído do livro Faça Yôga antes que você precise.

Os mantras possuem melodia, mas não são música. Portanto, mesmo com uma pauta musical o praticante não conseguiria dominar certas idiossincrasias. O ideal é contar com um instrutor formado para demonstrar e, em seguida, corrigir o sádhaka. Na falta do instrutor formado, o mínimo que se pode fazer é escutar as gravações com redobrada atenção, treinar bastante e aplicar o bom-senso.

Kirtans mais utilizados nas práticas:

Shivaya namah Shiva, Shivaya namah Shiva, Shivaya namah Shiva, Shivaya namah Shiva
Shivaya namah ÔM namaha Shivaya. Shivaya namah ÔM namaha Shivaya.


ÔM jay guru.
Srí guru.
ÔM jay.


Bhávajánandaji, Bhávajánandaji, Bhávajánandaji jaya,
Bhávajánandaji, Bhávajánandaji, Bhávajánandaji ÔM namaha.


ÔM Shiva, ÔM Shaktí, namah Shiva, namah Shaktí.

Jaya Gurují ÔM Dê.

ÔM namah prêma dêví Gurují
(ou ÔM namah prêma dêva Gurují, quando vocalizado por mulheres.)


ÔM namah Kundaliní.

Namah Shivaya, namah Shivaya, namah Shivaya. Namah Shivaya, namah Shivaya, namah Shivaya.

Shiva, Shiva, Shiva, Shiva, Shivaya namah ÔM, Hara, Hara, Hara, Hara, namaha Shivaya.

ÔM namah Shiva, ÔM namah Shivalinga.

Samba Sada Shiva (3x). Samba Shiva ÔM Hara. ÔM Mátá, ÔM Mátá, ÔM Srí Mátá Jagadambá.
Uma Paramêshwarí, Srí Bhuvanêshwarí, Ádi ParaShaktí Dêví Mahêshwarí.

Gáyatrí Mantra:
ÔM Bhur Bhuvah Swahah, ÔM tat Savitura varênyam.
Bhargô Dêvasya Dhimahi, dhyôyô naha prachôdayatô.

Ayôdhya vasi Rám, Rám, Rám,
Dasharata ánandanaram.
Pathita pavana janaki Jivana
Sita mohana Rám.

Jaya guru Ômkára, jaya, jaya,
Satguru Ômkára, ÔM.
Brahmá, Vishnu, Sadashiva,
Hara, Hara, Hara, Hara, Mahádêva.

ÔM jay Gangá.
Srí Gangá.
ÔM jay.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Mantra - Vocalização de sons e ultra-sons

Mantra pode-se traduzir como vocalização. Compõe-se do radical man (pensar) + a partícula tra (instrumento). É significativa tal cons­trução semântica, já que o mantra é muito utilizado para se alcançar a "supressão da instabilidade da consciência", denominada intuição linear ou... meditação!

Mantra pode ser qualquer som, sílaba, palavra, frase ou texto, que de­tenha um poder específico. Porém, é fundamental que pertença a uma língua morta, na qual os significados e as pronúncias não sofram a ero­são dos regionalismos, modismos e outras alterações constantes por causa da evolução da língua viva.

Em se tratando de Yôga, somente o idioma sânscrito é aceito. Dele foram extraídos os mantras do nosso acervo. E não se deve misturá-los com mantras de outras línguas ou de outras tradições, para evitar o tristemente célebre choque de egrégoras.

Para quê praticar mantra

Existem mantras para facilitar a concentração e a meditação, mantras para serenar e para energizar, para adormecer e para despertar, para aumento do fôlego e para educar a dicção, para desenvolver chakras e despertar a kundaliní, para melhorar a saúde, entre outros fins que você pode saber mais no livro Faça Yôga Antes que você Precise e Yôga, Mitos e Verdades.

Na prática básica de ády ashtánga sádhana, o mantra é utilizado para aplicar a vibração de ultra-sons no desesclerosamento de nádís, que são os meridianos por onde o prána circula em nosso corpo físico energético. Na maior parte das pessoas tais nádís estão obstruídas por maus costumes alimentares que as entopem da mesma forma que as artérias, e também por maus costumes emocionais, dando vazão a uma enorme variedade de sentimentos inferiores, pesados e viscosos.

Para desenvolver chakras, os mantras atuam por ressonância. É o mesmo fenômeno que se observa quando afinamos dois instrumentos de corda e depois, tocando um deles, o outro, deixado a uma certa distância, toca sozinho, por simpatia. Da mesma forma, se conseguir­mos reproduzir os ultra-sons que têm a ver com a afinação dos chakras, eles reagem a esse estímulo.

Segundo a Física, a ressonância tem tanta força que uma tropa não deve atravessar pontes marchando. Se o fizer, a ponte pode ruir, como já aconteceu várias vezes. Todo militar sabe disso, mas poucos sabem que tal procedimento está intimamente ligado à arte dos mantras.

Como não conseguimos escutar os ultra-sons, os Mestres do passado criaram determinados sons que têm a propriedade de reproduzi-los simultaneamente, tal como se os ultra-sons acompanhassem o vácuo dos sons audíveis. Assim, pessoas comuns passam a ter a capacidade de emitir vibrações que atuem nas áreas mais recônditas da nossa fisi­ologia pránica.

Não adianta ler os mantras escritos, nem mesmo em pauta musical. É pre­ciso escutá-los atentamente e buscar reproduzi-los exatamente da mesma forma. É necessário que um Mestre experiente os ouça e corrija sucessivas vezes, até que os mantras fiquem precisamente corretos.

Por isso, na Índia, alguns Mestres de mantra ficam furiosos quando os ocidentais lhes perguntam com que nota musical este ou aquele mantra deve ser feito.

Mantra não é música! – Vociferam eles, cheios de razão.

Assim sendo, saber que lam atua no múládhára chakra, que vam atua no swádhisthána, ram no manipura, yam no anáhata, ham no vishu­ddha e ôm no ájña e no sahásrara, não resolve absolutamente nada, se o praticante não tiver um Mestre que, além de entoar cada um, ainda esteja disponível para corrigir sua vocalização.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Respiração no dia-a-dia

Como está a sua respiração agora? Atente para o processo respiratório: inspire projetando abdômen, costelas e peito, solte o ar esvaziando peito, costelas e, por fim, o abdômen.

Continue aplicando esta respiração completa no seu dia-a-dia. Lembre-se que a respiração Yôgi é estritamente nasal, tranquila, suave, ritmada e profunda...

... profundamente prazerosa!

A hora chamada AGORA é sempre a hora certa de treinar. Amplie sua capacidade respiratória e viva uma vida muito mais plena e lúcida. O bhástrika, respiratório do sopro rápido, é sempre uma ótima ferramenta para auxiliar o raciocínio rápido e provocar uma hiperoxigenação saudável no cérebro, despertando-nos para os compromissos do dia.

Para aprender mais sobre os respiratórios do Yôga, leia o capítulo Pránáyáma, do livro Faça Yôga Antes Que Você Precise, do Mestre DeRose. Baixe gratuitamente em www.uni-yoga.org.br ou informe-se com seu instrutor para adquirir o livro.

SwáSthya!